Magh Bihu: Honrando o fim da colheita, juntos (15 de janeiro de 2026)

Janeiro 6, 2026

Magh Bihu chega não apenas com espetáculo, mas com calor, lareiras acesas, refeições compartilhadas e gratidão sussurrada à terra. Comemorado em Assam, este festival da colheita marca o culminar do ano agrícola, quando os celeiros estão cheios e o solo tem um momento de descanso.

Historicamente, o Magh Bihu tem suas raízes nas antigas práticas agrícolas do vale do Brahmaputra. Ao contrário de outros festivais Bihu ligados à semeadura ou ao plantio, o Magh Bihu é sobre a conclusão, uma celebração tranquila da abundância conquistada através do trabalho. A palavra Magh vem do mês assamês de Magh (janeiro-fevereiro), enquanto o próprio Bihu é anterior à história escrita, acreditando-se que tenha origens em rituais de fertilidade pré-arianos.

O coração da celebração está em Uruka, a véspera do Magh Bihu, quando famílias e comunidades se reúnem junto aos rios ou campos para cozinhar refeições elaboradas em conjunto. Cabanas temporárias feitas de bambu e feno transformam-se em cozinhas comunitárias, animadas com risos, histórias e o aroma de arroz, peixe e jaggery.

Ao amanhecer, fogueiras Meji são acesas, com oferendas de bolos de arroz e folhas de betel lançadas ao fogo, levando orações por prosperidade ao céu. As cabanas são então desmontadas cerimonialmente, lembrando a todos da impermanência e renovação da vida.

O Magh Bihu não é barulhento. Não pede atenção. Em vez disso, ensina algo duradouro: que a gratidão é mais poderosa quando compartilhada e que a abundância é mais rica quando une as pessoas.

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